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Diretor diz que projeto de lei de ex-senadora de MT deu origem ao “Mecanismo”

O renomeado cineasta brasileiro José Padilha destacou, na madrugada desta terça-feira (10), um projeto de lei da ex-senadora mato-grossense, Serys...

10 Abr 2018 às 09:15
Olhar Direto

O renomeado cineasta brasileiro José Padilha destacou, na madrugada desta terça-feira (10), um projeto de lei da ex-senadora mato-grossense, Serys Slhessarenko (PRB), que segundo ele teria revelado o “sistema” de corrupção enraizado na política brasileira, que deu origem ao nome de sua última série, “O Mecanismo”. Padilha ficou mundialmente conhecido após dirigir e produzir o filme “Tropa de Elite” e a série “Narcos”.

“Eu escrevi um artigo para ‘O Globo’ que chamava ‘Fala, Serys’. É uma história maluca, ela era do PT, senadora e acusada no esquema do escândalo das ‘sanguessugas’. Ninguém foi condenado, setenta pessoas foram mandadas para o Supremo Tribunal Federal, que deixou prescrever. Essa era a norma. Aí a Serys, não sei se para refazer a sua biografia, resolveu modificar a existente lei de delação premiada, que só se aplicava ao tráfico. Ela ampliou a lei e acrescentou crimes de colarinho branco. (...) Ela inseriu um vírus da legislação americana na brasileira”, disse o cineasta, durante entrevista ao programa Conversa com Bial, da Rede Globo.

O Escândalo dos Sanguessugas, que também ficou conhecido como máfia das ambulâncias, foi um esquema de corrupção desmantelado em 2006, pela Polícia Federal, devido à descoberta de uma quadrilha que tinha como objetivo desviar dinheiro público destinado à compra de ambulâncias.

Entre os acusados de envolvimento no esquema, além de Serys, estavam os parlamentares por Mato Grosso Wellington Fagundes (PR), Celcita Pinheiro (DEM), Lino Rossi, Pedro Henry (PP) e Ricarte de Freitas.

O projeto da Lei nº 12.850/2013, que tipificou o crime organizado e estabelece normas para a delação premiada, foi apresentado por Serys em 2006, quando era senadora, e sofreu algumas modificações ao longo da tramitação, entre elas a definição de que são necessárias quatro pessoas para compor uma organização criminosa, enquanto o projeto original previa três pessoas.

“Essa lei permitiu que o cara fizesse um acordo de delação premiada com o mesmo doleiro que foi preso no escândalo do Banestado, o Youssef, passou do doleiro para o funcionário da estatal, do funcionário para o seu indicador político, e aí revelou ‘O Mecanismo’”, comparou Padilha.

Padilha considerou, ainda, que caso o projeto de Serys tivesse sido aprovado pelos governos anteriores, talvez a Operação Lava Jato tivesse atingido e levado à condenação políticos de outros partidos, além do PT e MDB. “Acontece que quem estava no Governo era o PT/PMDB. Se o Fernando Henrique [Cardoso] tivesse sancionado a lei da Serys, a investigação [da Lava Jato] tinha começado pelo PSDB”, avaliou.

O Mecanismo

Disponível para streaming na Netflix desde o dia 23 de março, a série O Mecanismo, de José Padilha, retrata, na ficção, eventos reais da Operação Lava Jato, da Polícia Federal. A série de oito episódios tem como base para seu roteiro o livro Lava Jato – O Juiz Sergio Moro e os Bastidores da Operação que Abalou o Brasil, escrito pelo jornalista Vladimir Netto.

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