Política
Governo do Estado inaugura novo Hospital Regional e marca novo capítulo na saúde pública em Alta Floresta
Unidade de R$ 186 milhões será entregue nesta quinta-feira (26); município ainda não definiu destino do prédio atual
A população de Alta Floresta vive a expectativa de um marco histórico na saúde pública com a inauguração do novo Hospital Regional, marcada para esta quinta-feira (26), às 18h, na Avenida Perimetral Teles Pires.
A cerimônia deve reunir autoridades locais e regionais, entre elas o prefeito Valdemar Gamba e o vice-prefeito Robson Quintino, além de representantes do Governo de Mato Grosso.
Com investimento de R$ 186 milhões, a nova estrutura foi projetada para ampliar a capacidade de atendimento e oferecer mais qualidade nos serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A unidade será referência para toda a região do Alto Tapajós, atendendo milhares de pacientes que dependem da rede pública.
Atualmente, Alta Floresta não possui hospital municipal, reflexo do processo de regionalização da saúde. O município mantém atendimentos voltados à atenção básica, além de um pronto atendimento municipal para casos de urgência e emergência, enquanto os serviços hospitalares são concentrados na unidade regional.
A inauguração do novo prédio também traz à tona uma questão importante: o destino da atual estrutura onde funciona o Hospital Regional. O imóvel pertence ao município e foi cedido ao Estado ainda na gestão da ex-prefeita Maria Izaura Dias Afonso para viabilizar a implantação da unidade.
Com a transferência dos serviços para o novo hospital, a previsão é de que o prédio seja devolvido à Prefeitura, incluindo os equipamentos existentes, conforme պայման estabelecido à época da cessão.
Apesar da relevância estratégica do espaço, o prefeito Valdemar Gamba ainda não anunciou qual será a nova destinação do imóvel, o que gera expectativa sobre o futuro da estrutura dentro da rede municipal de saúde.
A entrega do novo Hospital Regional representa mais do que uma obra: simboliza um avanço na descentralização dos serviços de média e alta complexidade no norte de Mato Grosso, reduzindo a necessidade de deslocamento de pacientes para outros centros e fortalecendo o atendimento regionalizado.

