Política
Flávio Bolsonaro e Lula avançam ao segundo turno; PL lidera em Mato Grosso com 65,15%
Candidato do PL terminou o primeiro turno com 47,03% dos votos válidos no país, enquanto Lula teve 45,16%
Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vão disputar o segundo turno da eleição para a Presidência da República. Com 100% das seções totalizadas, Flávio terminou o primeiro turno com 56.104.503 votos, correspondentes a 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula somou 53.879.538 votos, ou 45,16%.
A diferença entre os dois candidatos foi de 2.224.965 votos. O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro.
Em Mato Grosso, Flávio Bolsonaro terminou a disputa na primeira colocação com ampla vantagem sobre Lula. O candidato do PL recebeu 1.298.581 votos, o equivalente a 65,15% dos votos válidos no Estado. Lula teve 581.681 votos, correspondentes a 29,18%.
O resultado coloca Mato Grosso entre os estados onde Flávio registrou seus maiores percentuais no primeiro turno.
Flávio lidera em Mato Grosso
A votação em Mato Grosso teve 1.993.288 votos válidos. Flávio Bolsonaro ficou à frente de Lula em uma disputa na qual o candidato do PL alcançou mais do dobro da votação proporcional do petista.
Além dos dois candidatos que avançaram ao segundo turno, Augusto Cury (Avante) recebeu 40.019 votos, enquanto Renan Santos (Missão) teve 33.170 e Ronaldo Caiado (PSD), 33.079 votos no Estado.
Resultado nacional
No cenário nacional, os demais candidatos somaram 9.316.747 votos, o equivalente a 7,81% dos votos válidos.
Augusto Cury terminou em terceiro lugar, com 3.448.569 votos (2,89%), seguido por Renan Santos, com 2.675.887 (2,24%), e Ronaldo Caiado, com 2.605.148 (2,18%).
Com nenhum dos candidatos alcançando mais da metade dos votos válidos, a eleição presidencial será definida no segundo turno.
Segundo turno acontece em 25 de outubro
Flávio Bolsonaro e Lula voltam às urnas no dia 25 de outubro para a segunda etapa da eleição presidencial. O candidato que obtiver a maioria dos votos válidos será eleito para comandar a Presidência da República no próximo mandato.
