Política
Sem secretário efetivo na Saúde, Câmara deve discutir prazo para cargos interinos
Durante a sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Alta Floresta, realizada nesta sexta-feira, o vereador Luciano Silva defendeu a criação de uma proposta que estabeleça o prazo máximo para...
Durante a sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Alta Floresta, realizada nesta sexta-feira, o vereador Luciano Silva defendeu a criação de uma proposta que estabeleça o prazo máximo para que secretários municipais interinos permaneçam no cargo.
A ideia surgiu em meio aos questionamentos sobre a demora da Prefeitura em nomear um secretário efetivo para a Secretaria Municipal de Saúde, após a saída do ex-secretário Marcelo Costa. Atualmente, a pasta é comandada interinamente pelo vice-prefeito e secretário de Governo, Gestão e Planejamento, Robson Quintino de Oliveira.
Em sua fala, Luciano convidou os demais vereadores para assinarem conjuntamente uma proposta de emenda à Lei Orgânica do Município, estabelecendo que um secretário interino possa permanecer no cargo por, no máximo, 30 dias.
Segundo o parlamentar, o projeto deverá ser apresentado já na próxima sessão da Câmara.
"Trinta dias eu acho que é um prazo suficiente. Na próxima sessão já será apresentado o projeto. Convido os vereadores que manifestaram preocupação com essa situação para serem autores da proposta e, se houver sugestões para aprimorá-la, estaremos abertos à discussão", afirmou.
A Prefeitura de Alta Floresta oficializou a nomeação interina de Robson Quintino por meio do Decreto nº 212/2026. Conforme o decreto, o gestor acumula as funções de secretário de Governo e secretário municipal de Saúde, sem receber remuneração adicional. A administração municipal justificou a medida como forma de garantir a continuidade dos serviços públicos enquanto não é definido um titular para a pasta.
